O DEFICIENTE INTELECTUAL E O MITO DA INFÂNCIA ETERNA.


A deficiência intelectual é caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual da pessoa e no seu comportamento adaptativo – habilidades práticas, sociais e conceituais – originando-se antes dos 18 anos de idade de acordo com a definição do DSM-V (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5.ª edição ou DSM-5 é um manual diagnóstico e estatístico feito pela Associação Americana de Psiquiatria para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.


Usado por psicólogos, médicos e terapeutas ocupacionais.) A tendência dos que convivem com a pessoa com D.I., por conta dessas características apontadas (bem como da imaturidade emocional), é a de alimentar a crença da eterna infância, mesmo tratando-se de indivíduos adolescentes ou adultos. Alimentados pela descrença na capacidade de aprendizagem, na elaboração de atividades infantilizadas, mecânicas, de baixa complexidade, são fatores que minam a autoestima e contribuem ainda mais para o atraso do desenvolvimento das pessoas com Deficiência Intelectual.


Estimular o interesse por assuntos pertinentes a faixa etária, além de facilitar a socialização também contribui para o desenvolvimento como um todo. Tarefa difícil incluir numa roda de amigos um aluno de 15 anos que tem em seu repertório personagens de desenhos infantis (Pepa Pig e sua turma, por exemplo). O foco nas potencialidades, a exploração de novas possibilidades, a interação com o outro, o convite a externar opiniões e desejos são forma de exercitar esse crescimento. .

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