As atividades lúdicas são grandes aliados no desenvolvimento das crianças típicas e atípicas.


Ao contrário do que muitos pensam, brincar não é perder - mas sim ganhar tempo!

Tempo de convivência com nossos filhos, tempo de identificar e trabalhar as reações deles diante dos desafios propostos (muitas crianças com necessidades especiais tem extrema dificuldade em aceitar perder), relembrar nosso tempo de infância onde o jogo era acompanhado de muitos momentos divertidos.


Brincar envolve prazer, leveza e todo aprendizado fica implícito nas entrelinhas. Um cuidado que nós pais de crianças especiais devemos ter é o de não exagerar na questão da estimulação, ou seja, enquadrar as brincadeiras sempre num contexto com finalidade de estimulação.


Respeitar a criatividade da criança, deixar ela livre para propor a brincadeira, “entrar” em sua sintonia, transformar uma simples caixa num brinquedo super interessante (motivo de frustração para muitos pais – “Se eu soubesse, teria comprado só a caixa!” muitos de nós já dissemos essa frase). Quero deixar claro que a estimulação cognitiva e psicomotora é importantíssima, deve ser realizada nos momentos oportunos e mais especificamente nas terapias especializadas.


Equilíbrio é essencial para todo o processo de desenvolvimento. Portanto, respeite a forma de brincar de seu filho – mesmo que ela não faça o menor sentido para você.

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